Desde a sua fundação, em 1972, a Koch Tavares desenvolveu vários esportes sem, contudo, descuidar de seu primeiro produto, o tênis. É a única empresa brasileira que vai da base ao topo do esporte: das escolinhas para crianças a partir de 7 anos ao Brasil Open, principal evento de tênis do país.




Os primeiros passos do tênis no Brasil

De 1972 a 76 a Koch Tavares se dedicou à realização de eventos de tênis, organizando três torneio WCT – World Championship of Tennis – no Ginásio do Ibirapuera. Somente a edição de 76 contou com um público de mais de 60 mil espectadores.

Ainda nesse ano, organizou um Desafio Internacional entre John Newcombe e Guillermo Vilas; a primeira edição da Copa Itaú de Tênis – circuito masculino internacional com 7 etapas; e o Grand Prix Itaú de Tênis

O desenvolvimento e a valorização do esporte ficavam evidenciados pela organização de eventos e torneios memoráveis, com a participação de grandes astros internacionais, como o Colgate Series (77), que contou com Billie Jean King; Martina Navratilova; Chris Evert e Maria Esther Bueno. Nos últimos anos da década de 70, a Koch Tavares já organizava, além da Copa Itaú, outros dois circuitos: a Copa Santista (circuito feminino internacional) e a Copa Hering (circuito juvenil masculino e feminino).

Nos anos seguintes, competições de várias categorias – masculino, feminino, nacional, internacional, infantil, juvenil, adulto – continuavam a ser realizadas de norte a sul do país: Melitta Open, em Curitiba (PR); Sul-América Open, em Itaparica (BA); Copa Leite União, em São Paulo (SP); Chevrolet Classic, no Rio de Janeiro (RJ); Antuérpia Classic, em Guarujá (SP); e Rainha Open, em Brasília (DF), entre outros. Até os pegadores de bola tiveram seu torneio.

     
 
TÊNIS NA TV: realização da Koch Tavares


Em 1973, aconteceu a primeira transmissão pela TV de um evento de tênis: o II Circuito Internacional de Tênis, organizado e promovido pela Koch Tavares. E o debut na telinha foi em grande estilo: no Esporte Espetacular, da Rede Globo, que também estreava na programação da emissora.

Três anos depois, a Koch Tavares viabilizou pela primeira vez a transmissão das finais do torneio de Wimbledon, pela TV Bandeirantes. Onze anos mais tarde o contrato com a emissora incluía a exibição do Circuito Internacional de Tênis na TV, com transmissões das finais das principais competições e boletins durante os eventos.

Depois de alguns anos, o Circuito passou a ser transmitido pela TV Manchete e mais tarde pela TV Record. O tênis, então, passou a ocupar um lugar de maior destaque na mídia e na estratégia mercadológica de várias empresas.

Tênis juvenil

Objetivando a formação e revelação de novos talentos, a Koch Tavares sempre promoveu torneios infanto-juvenis que projetaram tenistas que acabaram por se destacar no cenário nacional e internacional.

O primeiro de uma longa série foi a Copa Hering, composta por várias etapas, realizada de 79 a 84. A ela seguiram-se Copa C&A Júniors (85, 87, 88 e 89); Circuito Sul-América (94 e 95); Circuito Banco Real (97 e 98), e Circuito Banco do Brasil (desde 2000), que em 2002 foi eleito, no site da Confederação Brasileira de Tênis, como a melhor competição da categoria.

Tênis feminino


Desde 1977, a Koch Tavares inclui o tênis feminino em suas realizações: Copa Santista; Nívea Cup (evento internacional da WTA - Associação das Tenistas Profissionais), Campeonato Brasileiro de Profissionais e Brasil Open, entre outros.

 
   
 

Tênis Espetacular: exibições e desafios


Com o objetivo de aproximar os fãs brasileiros de seus astros, a Koch Tavares promove exibições e desafios desde 1976. Dentre inúmeros torneios, estão os desafios entre Jimmy Connors x Hank Pfister (80); Martina Navratilova x Mônica Seles (91); Stefi Graf x Jana Novotna (93); Connors x McEnroe (94); Hingis x Kounikova (00)

Os confrontos entre países também fazem parte do repertório da Octagon Koch Tavares: BRA x EUA, em 96, contou com Gustavo Kuerten, Fernando Meligeni, Todd Martin e Michael Chang. Em 2000 e 2004, foi a vez de brasileiros e argentinos se encontrarem no Ginásio do Ibirapuera, na capital paulista. Em 2002, os cariocas também tiveram o privilégio de acompanhar os principais tenistas do Brasil e Argentina em mais um desafio. Guga, Sá, Meligeni, Saretta, Nalbandian, Chela, Gaudio, Zabaleta e Lobo foram as grandes estrelas desses espetáculos.

Em 1996, aconteceu o Rio de Janeiro Tennis Classic, no Maracanãzinho (RJ), que teve no elenco Stefi Graf, Conchita Martinez, Andréa Vieira e Mirian D'Agostini entre outras.

No ano seguinte, foi a vez do público de São Paulo vibrar com o Banco Real Masters que trouxe ao Brasil nomes consagrados do tênis mundial como Richard Krajicek, Marc Rosset, Karim Alami, Hernan Gumy, Guga e Meligeni.

Em 2003, os principais tenistas da América do Sul – Gustavo Kuerten e Flávio Saretta (BRA), Fernando Gonzalez (CHI), Nicolas Lapentti (ECU), e Gastón Gaudio e Mariano Zabaletta (ARG) – protagonizaram mais um grande espetáculo no Ginásio do Ibirapuera (SP).

 
   
 
A era do Brasil Open


2001: a primeira edição


Demorou sete anos para o Brasil voltar a figurar no cenário mundial do tênis: em setembro de 2001, o Brasil Open reuniu, na mesma semana, competições da ATP (masculina) e WTA (feminina). Era também a primeira vez que a Guga pisava em uma quadra brasileira como profissional para disputar um torneio válido pela ATP.

Sob o cenário paradisíaco da Costa do Sauípe (BA), o público teve a oportunidade de ver em ação grandes nomes do circuito internacional do tênis como Mônica Seles, que viria a ser a campeã, Jelena Dokic, Amanda Coetzer, Joana Cortez, então campeã brasileira de profissionais, Jan Vacek que derrotou Fernando Meligeni na final, Flávio Saretta, Max Mirnyi e Nicolas Massú, entre tantos outros.

2002: prêmio "Award of Excellence" da ATP


Em 2002, uma vez mais, o Brasil Open abrigava competições masculina e feminina. O sucesso do primeiro evento atraiu tenistas ainda mais bem ranqueados do que na primeira edição: Sjeng Schalken, Cecil Mamiit, Ramon Delgado, Gastón Etlis, Mashiska Washington, Dominik Hrbaty e Tommy Robredo, entre outros, disputaram o título que acabou ficando com Guga que derrotou o argentino Guillermo Coria em uma partida inesquecível com mais de 3 horas de duração.

No feminino, Monica Seles voltou para defender o título, mas acabou derrotada nas semifinais por Eleni Danilidou. Anastasia Myskina foi a campeã do II Brasil Open, que também recebeu grandes estrelas como Jelena Dokic, Amanda Coetzer e Iva Majoli.

O Brasil Open 2002 foi premiado pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP) com o "Awards of Excellence", referente às facilidades oferecidas para a realização do evento.

2003: aumenta a constelação

A repercussão do prêmio da ATP levou a Sauípe 4 jogadores entre os top 20: o holandês Sjeng Schalken; o alemão Rainer Schuettler, o chileno Fernando Gonzalez e o brasileiro Gustavo Kuerten. Magnus Norman, da Suéica, Alexander Popp, também da Alemanha, Mariano Zabaleta, da Argentina e o brasileiro Flávio Saretta eram nomes fortes da competição. Pela primeira vez, nenhum brasileiro chegava à final da competição que foi disputada entre Schalken e Schuettler, com vitória do holandês.
 
   
 
2004: Brasil Open entra para a Turnê Latino-Americana
de torneios no saibro


Duas mudanças importantes aconteceram na quarta edição do evento: a data (de setembro para fevereiro) e o piso (quadra dura para saibro). A competição passou a integrar, com Buenos Aires (ARG), Viña Del Mar (CHI) e Acapulco (MEX) a turnê latino-americana de torneios no saibro da ATP, aumentando sua importância no calendário do tênis mundial. Pela primeira vez, a final do evento aconteceria no sábado à noite.

Octagon Koch Tavares e Sauípe S.A. não pouparam esforços para proporcionar um excelente Brasil Open 2004 a todos os envolvidos: tenistas; público, profissionais da imprensa, patrocinadores e telespectadores.

O torneio passou por alterações estruturais de proporções gigantescas. A maior delas foi a construção de quadras de saibro no lugar onde existiam somente quadras rápidas. Durante três meses, 26 homens trabalharam para transformar 600 toneladas de saibro e 165 mil tijolos em piso para seis quadras de competição.

Novamente uma lista de estrelas abrilhantou a competição vencida por Guga. Dentre elas estavam os espanhóis Carlos Moyá, Felix Mantilla e Albert Portas; Richard Gasquet, da França, Nicolas Lapentti, do Equador; e uma verdadeira delegação argentina composta por Guillermo Cañas, Gastón Gaudio, Juan Ignacio Chela, Mariano Zabaleta e Augustin Calleri que viria a ser o vice-campeão do torneio.

2005: a revelação Rafael Nadal


Em sua quinta edição, o Brasil Open 2005, contou com um seleto grupo de astros do tênis mundial. Dois campeões de Roland Garros - o argentino Gastón Gaudio (2004) e o espanhol Albert Costa (2000) – além dos espanhóis Alex Corretja, duas vezes vice-campeão do Aberto francês (1998 e 2001), campeão da Masters Cup (98) e ex-número 2 do mundo, e Rafael Nadal, jovem revelação da equipe campeã da Copa Davis 2004, que venceu no confronto o norte-americano Andy Roddick (nº 2 do mundo), disputaram pela primeira vez o Brasil Open

Mas os destaques não pararam por aí. Os campeões olímpicos Nicolas Massú e Fernando Gonzalez, do Chile, e o paulista Ricardo Mello, melhor brasileiro então em atividade no circuito, também marcaram presença no torneio.

O brasileiro Ricardo Mello chegou à semifinal do Brasil Open, perdendo de virada para quem viria a ser o campeão da competição: o espanhol Rafael Nadal.

Atividades paralelas

Além das partidas e altíssimo nível que encantam os fãs do tênis, o Brasil Open oferece uma gama de atividades de lazer e entretenimento ao público presente na Costa do Sauípe. Clínicas de tênis com Maria Esther Bueno e Marcelo Meyer fazem muito sucesso e são sempre concorridíssimas. Shows na Vila Nova da Praia embalam as noites no complexo.
 
     
 
TênisBrasil: Um projeto completo
 

A Octagon Koch Tavares é a única empresa brasileira que vai da base ao topo do esporte. Até meados da década de 90, os principais torneios de tênis não aconteciam no Brasil o que desencorajava o patrocínio a tenistas nacionais: eles não se exibiam no país e, portanto a empresa não teria exposição.

A Koch Tavares quebrou esse paradigma. Em 1996, apresentou ao Banco Real um projeto que contemplava um Circuito Juvenil, o patrocínio de um profissional ainda desconhecido (Gustavo Kuerten), a realização de um evento denominado Tênis Espetacular, e a transmissão pela TV de torneios dos quais "seu atleta" participaria. Seu objetivo era aproximar o tenista e o patrocinador do público brasileiro. Até 99, o Banco Real foi o grande parceiro do tênis nacional.


Em 2000, depois de uma extensa e meticulosa pesquisa, o tênis foi a modalidade escolhida pelo Banco do Brasil como uma das ferramentas estratégicas para aumentar o seu share. O projeto TenisBrasil, com execução e gerenciamento da Octagon Koch Tavares, foi ampliado: passou a oferecer escolinhas de tênis para crianças com idades entre 7 e 12 anos; organizar o Circuito Juvenil Banco do Brasil com categorias de 12, 14 e 16 anos; realizar torneios Challenger e Futures; promover Desafios Internacionais; e patrocinar o então principal tenista brasileiro: Guga.

Somente em 2001, com o apoio do Grupo Octagon, a Koch Tavares conseguiu realizar, como parte do Projeto Tenisbrasil, o Brasil Open, que em 2005 completou sua quinta edição como principal competição de tênis do país.

 
     
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